sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Considerções Finais;


Termina aqui a pré-feitura de mais um Blog intitulado de: A CULTURA E OBSESSÃO PELO AUTOMÓVEL. Em suma, eu volto a repetir: já está definido pelos quase sete bilhões de seres humanos que hoje, exploram o planêta Terra. Aliás, está sacramentado; o carro veio pra ficar.

LIÇÃO EDUCATIVA 
Hoje, o automóvel é visto no mundo inteiro como um dos principais bens (motriz) de consumo do ser humano. 
Somos de uma geração narcisista que se envolveu com a evolução do veiculo a ponto de idolatrizar  à essa criatura metálica e secundária. Conheço pessoas bem resolvidas que adotaram esse conceito: é Deus no Céu, e  seu carro na Terra. 

A VIDA E O TRÂNSITO
E como se não bastasse, o carro tornou-se um agente indireto de destruição de vidas humanas no transito. O transito não mata por acidente e sim por estresse podendo inclusive deixar no corpo da pessoa, marcas que duram o resto da vida”.Eu sou dessa teoria; não é o carro quem faz a pessoa. O dirigir desperta, no condutor, conteúdo emocionais muito fortes, os quais precisam ser ponderados. Exemplificando: Querer dominar o espaço, ir além da velocidade permitida, sentir-se independente e no transito ser dono do seu próprio nariz. Estes atributos negativos ora citados, quando internalizados na pessoa do condutor acabam por atropelar a vida.
A posse do automóvel nada mais nada menos é, do que experimentar o prazer do domínio sobre a máquina a qual criou com isto um elo de amor ou até mesmo de veneração entre o homem e a máquina. Vejam bem, 99% das pessoas gostariam de possuir ou dirigir um carro.

"A CARA DO DONO"
Por incrível que pareça, o carro tem a cara do dono. Como assim? É que o estilo dele é em tudo “parecido” com o nosso. É por isso que o homem se identifica com seu carro. Muito embora existam muitos carros que, aparentam ser iguais, mesmo assim, procurar por a ou b na rua equivale a procurar  o próprio automóvel da pessoa. Esta é uma experiência que não tem como dar errado.

É INCRIVEL MAIS É VERDADE.
Quando o carro adoece (estraga), é comum a pessoa ficar deprimida, mas, em contrapartida, satisfeita e deslumbrada quando seu carro é elogiado. Pergunta-se: Por que toda essa paixão e obsessão pelo automóvel? É difícil analisarmos as causas deste comportamento que não é só brasileiro, já que o carro foi definido como o “fetiche do Ocidente.”

Atenciosamente:
                                                                                                                  José Pimenta dos Reis. 

Um comentário:

  1. "A CARA DO DONO"
    Por incrível que pareça, o carro tem a cara do dono. Como assim? É que o estilo dele é em tudo “parecido” com o nosso.


    PURA VERDADE!
    Igual o cachorro.

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